A preservação da arquitetura moderna: o desafio da prática

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O Núcleo Pernambuco do ICOMOS Brasil, em parceria com o Laboratório de Urbanismo e Patrimônio Cultural da UFPE (LUP-UFPE), o Centro de Estudos Avançados da Conservação Integrada (CECI) e Comissão de Patrimônio Cultural do IAB-PE, convida a todos para o webinário “A preservação da arquitetura moderna: o desafio da prática”, quando pretende-se iluminar o debate acerca dos desafios para a preservação da arquitetura moderna, em especial, no que diz respeito ao caso de tipologias residenciais, destacando uma experiência prática de restauro de uma residência modernista recifense e alguns aspectos do restauro dos blocos residenciais de Brasília.
Entre os vários desafios para a preservação do patrimônio moderno podemos destacar a falta de reconhecimento deste pelo público em geral e, inclusive, pelos profissionais de arquitetura e urbanismo; o pequeno arco temporal que nos separa de tais manifestações, não se destacando, portanto, o valor de antiguidade; a dificuldade de perceber as especificidades dessa produção, uma vez que o vocabulário modernista permanece presente na produção contemporânea e a obsolescência das funcionalidades espaciais e materiais, ocasionando dificuldades de adaptabilidade a novos usos.
Muito tem se discutido no âmbito acadêmico e profissional especialmente acerca de tais desafios ao tratar do patrimônio moderno monumental: o MASP-SP, a Caixa d’Água de Olinda, a Capela de São Francisco na Pampulha, entre tantos outros que poderíamos destacar. Entretanto, o que dizer do patrimônio moderno do cotidiano, representado especialmente pelas residências unifamiliares e edifícios residenciais? Que exemplos temos a discutir? Quais os desafios na prática do restauro de imóveis dessa natureza?
Recife tem vivenciado um assustador e rápido apagamento dessa memória, não estando muito distante da realidade de outras cidades brasileiras. Esse progressivo apagamento nos estimulou a propor o presente debate, a partir de uma experiência prática de restauro de residência unifamiliar no Recife e do debate sobre o restauro dos blocos residenciais de Brasília.
Espera-se oferecer aos profissionais arquitetos e urbanistas uma visão do estado das teorias e práticas aplicadas, buscando identificar boas práticas que privilegiem condutas que garantam a integridade e a autenticidade das edificações, dentro dos preceitos contemporâneos da significância cultural do bem, assim como da sustentabilidade das intervenções.
Programação:
Natália Vieira – LUP-UFPE e Coord Núcleo PE/ICOMOS –BR - Abertura e apresentação geral.
Jorge Tinoco – CECI – O restauro de residência na Av. Rosa e Silva em Recife.
Flaviana Lira e Oscar Ferreira - PPG/ FAU/ UNB – O restauro dos blocos residenciais de Brasília.
Sílvio Oksman – Coord Comitê Científico Arquitetura do Século XX/ICOMOS-BR – Debatedor.
Acesso à atividade:
https://zoom.us/j/96048137258?pwd=WXd3MUJGcHRnWERTK012Zm5lQnJOUT09
1_-_divulgao_bO Núcleo Pernambuco do ICOMOS Brasil, em parceria com o Laboratório de Urbanismo e Patrimônio Cultural da UFPE (LUP-UFPE), o Centro de Estudos Avançados da Conservação Integrada (CECI) e Comissão de Patrimônio Cultural do IAB-PE, convida a todos para o webinário “A preservação da arquitetura moderna: o desafio da prática”.
Pretende-se iluminar o debate acerca dos desafios para a preservação da arquitetura moderna, em especial, no que diz respeito ao caso de tipologias residenciais, destacando uma experiência prática de restauro de uma residência modernista recifense e alguns aspectos do restauro dos blocos residenciais de Brasília.
Entre os vários desafios para a preservação do patrimônio moderno podemos destacar a falta de reconhecimento deste pelo público em geral e, inclusive, pelos profissionais de arquitetura e urbanismo; o pequeno arco temporal que nos separa de tais manifestações, não se destacando, portanto, o valor de antiguidade; a dificuldade de perceber as especificidades dessa produção, uma vez que o vocabulário modernista permanece presente na produção contemporânea e a obsolescência das funcionalidades espaciais e materiais, ocasionando dificuldades de adaptabilidade a novos usos.
Muito tem se discutido no âmbito acadêmico e profissional especialmente acerca de tais desafios ao tratar do patrimônio moderno monumental: o MASP-SP, a Caixa d’Água de Olinda, a Capela de São Francisco na Pampulha, entre tantos outros que poderíamos destacar. Entretanto, o que dizer do patrimônio moderno do cotidiano, representado especialmente pelas residências unifamiliares e edifícios residenciais? Que exemplos temos a discutir? Quais os desafios na prática do restauro de imóveis dessa natureza?
Recife tem vivenciado um assustador e rápido apagamento dessa memória, não estando muito distante da realidade de outras cidades brasileiras. Esse progressivo apagamento nos estimulou a propor o presente debate, a partir de uma experiência prática de restauro de residência unifamiliar no Recife e do debate sobre o restauro dos blocos residenciais de Brasília.
Espera-se oferecer aos profissionais arquitetos e urbanistas uma visão do estado das teorias e práticas aplicadas, buscando identificar boas práticas que privilegiem condutas que garantam a integridade e a autenticidade das edificações, dentro dos preceitos contemporâneos da significância cultural do bem, assim como da sustentabilidade das intervenções.
Programação:
Natália Vieira – LUP-UFPE e Coord Núcleo PE/ICOMOS –BR - Abertura e apresentação geral.
Jorge Tinoco – CECI – O restauro de residência na Av. Rosa e Silva em Recife.
Flaviana Lira e Oscar Ferreira - PPG/ FAU/ UNB – O restauro dos blocos residenciais de Brasília.
Sílvio Oksman – Coord Comitê Científico Arquitetura do Século XX/ICOMOS-BR – Debatedor.
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