O Istmo Olinda e Recife e a Pátina da Cidade

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O CECI realizou dois importantes eventos no último dia 24/maio/2006 – o lançamento da webpage do Istmo de Olinda e Recife e a apresentação da pesquisa Pátina da Cidade.

Ambas as atividades ocorreram na sede do Instituto Histórico de Olinda – IHO e foram prestigiadas pelos membros associados do CECI e do IHO, por representantes da comunidade local e pela prefeita da cidade de Olinda, Exma. Sra. Luciana Santos, acompanhada por assessores e secretários.

A webpage do Istmo de Olinda e Recife é o resultado de uma iniciativa da comunidade técnico-científica do CECI, o SIAC – Serviço de identificação e autenticação do patrimônio cultural, sob a coordenação da arquiteta Virgínia Pontual. O trabalho recebeu aportes do Governo do Estado de Pernambuco, através do SIC/Funcultura, e do Governo Federal, através do MCT/CNPq. Contou com a participação das arquitetas Renata Cabral, Flaviana Lira e das historiadoras Magna Milfont e Anna Elizabeth Lago.

 

Lançamento da webpage no IHO pela Prof. Dra. Virgínia Pontual

Virgínia, ladeada pela historiadora Magna Milfont e pelas arquitetas Renata Cabral e Flaviana Lira

O trabalho “A Pátina da Cidade” é uma pesquisa acadêmica, realizada pelas arquitetas Aline Figueirôa, Anna Caroline, Flaviana Lira e Fabiana Gameiro, sob a coordenação do professor Dr. Sílvio Mendes Zancheti. Surgiu da constatação de que as intervenções físicas nos sítios históricos desconsideram o efeito da passagem do tempo e o aspecto antigo que dela decorre, denominado neste estudo como pátina.

 

Prof. Dr. Sílvio Zancheti fez a introdução à apresentação do trabalho

Aline e Anna com Fabiana e Flaviana ladeam o prof. Sílvio

A pátina pode ser percebida tanto na dimensão físico-material, superfície dos edifícios, ruas, calçadas, mobiliário urbano, como na imaterial, nas tradições culturais mantidas do passado, como as procissões, as danças e o comércio de rua. A pátina é uma diretriz a ser considerada nos processos de revitalização, que não podem se limitar a uma ação de repor os objetos como novos e dar novos usos aos lugares, apagando os vestígios deixados pela ação do homem e da natureza ao longo dos anos. A pátina deve ser considerada para que os lugares não percam sua identidade, autenticidade e historicidade e para que a cidade não deixe de aparentar sua principal característica: ser o grande depositário das realizações materiais e imateriais do homem ao longo da história.

Visitem a webpage do Istmo

 

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