Educação Patrimonial

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O CECI vai  desenvolver no decorrer de 2008 o projeto “Capacitação e Qualificação de Taxistas e Condutores de Turismo Recife / Olinda” para a 5ª Superintendência Regional do IPHAN .

O projeto consiste na produção de material de promoção e divulgação de bens culturais – elaboração, montagem e impressão, que objetivam estimular visitas aos monumentos tombados e qualificar as alternativas de deslocamentos oferecidas pelos serviços dos taxistas de Olinda e Recife. A equipe multidisciplinar, composta por designer, jornalista, turismólogo e tradutores, será coordenada pelas arquitetas Juliana Barreto e Flaviana Lira.

Segundo as justificativas do projeto pelo IPHAN, este "em seus setenta anos de existência, estabeleceu um extenso conjunto de bens protegidos, selecionados em todos os estados da União. É forçoso reconhecer, entretanto, que o instituto não conseguiu estabelecer, em paralelo, uma rede de serviços permanente, diretamente relacionada com a população local, conectando a preservação do patrimônio com as alternativas de desenvolvimento existentes em cada um dos lugares chancelados pela presença de patrimônios culturais relevantes".

"Priorizada, esta conexão pode mudar em muito a relação do IPHAN com o conjunto da sociedade, qualificando a explicitação dos valores inerentes aos bens culturais tombados (público externo) e otimizando a sua relação com as comunidades locais (público interno)".

"Aliado a isso, está o interesse crescente e a expansão do setor hoje denominado como Turismo Cultural, que leva anualmente milhares de pessoas do Brasil e do resto do mundo aos principais pontos históricos do país. Gera com isso, em muitas situações, uma demanda por produtos e serviços culturais, incrementando as economias locais e oportunizando trabalhos e renda provenientes dos serviços e produtos ofertados. Nesse contexto, observa-se que, condutores, monitores e guias de turismo atuam diariamente nos principais sítios históricos do país, oferecendo informações sobre os diversos bens culturais. Ocorre que, na maioria das vezes, as informações dadas nem sempre correspondem ao que a historiografia nos revela. Em outros casos, informações básicas e importantes são omitidas, bem como dados inverossímeis são repassados, gerando dúvida, desconfiança e descrença dos visitantes".

"Por isso, a qualificação da informação transmitida ao visitante e a potencialização das visitas monitoradas são as primeiras ações a serem enfrentadas pelo IPHAN nos sítios históricos tombados". Fonte: 5a SR/IPHAN - PROJETO BÁSICO .

 

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